terça-feira, 22 de outubro de 2013

Recicle Carbono


 







 
 
O QUE É RECICLE CARBONO
Uma forma consciente de pensar e agir sobre o nosso futuro. Essa é a proposta do Recicle Carbono.
O clima do planeta tem-se alterado gradativamente. Estudos previam que nossos filhos e netos sofreriam as causas do aquecimento global, mas de acordo com recente estudo desenvolvido pelos maiores pesquisadores mundiais sobre clima (IPCC), já estamos sofrendo estas alterações.
Indivíduos, empresas, sociedade, todos contribuímos para o aquecimento global através da energia que consumimos em nossas casas, nossos escritórios, nossas fábricas, no lixo que produzimos, nos edifícios e processos produtivos, e ainda no nosso transporte e deslocamentos que realizamos.
A concentração de CO2 na atmosfera está no nível de 375 ppm (partes por milhão). Segundo os especialistas, a partir de 600 ppm começa a ser letal e que se nada for feito e continuarmos nestes níveis de poluição, chegaremos a 1200 ppm.
Neste momento, não temos outra escolha senão combatermos as alterações climáticas que já estão acontecendo. E isso significa mudar a forma como encaramos nosso dia-a-dia. Significa agir com responsabilidade, de forma consciente e voluntária.
A solução que surge é a redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa. Este problema pertence a todos nós e, portanto, a solução também.
Recicle Carbono permite que cada cidadão, cada empresa, possa fazer parte dessa solução, através de uma ação bastante simples: o plantio de árvores. É dessa forma que podemos atuar, concretamente, na diminuição da ação nociva da emissão de gases na atmosfera.
A atuação do Recicle Carbono está em processo de certificação por uma auditoria externa independente, que valida e monitora o desempenho dessa importante missão.
NOSSO CLIMA
Todas as atividades humanas liberam na atmosfera gases com efeito de estufa, sendo que o dióxido de carbono (CO2) é o mais importante deles. O aumento significativo dos níveis dessas emissões tem afetado de maneira perceptível o clima de todas as regiões do planeta.
O Efeito Estufa consiste, basicamente, na ação do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no planeta. Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas só parte destes chega a deixar a Terra, em consequência da ação refletora que os chamados "Gases de Efeito Estufa" (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.
Desde a época pré-histórica que o dióxido de carbono tem tido um papel determinante na regulação da temperatura global do planeta. Com o aumento da utilização de combustíveis fósseis (Carvão, Petróleo e Gás Natural) a concentração de dióxido de carbono na atmosfera duplicou nos últimos cem anos. Esse ritmo acelerado do aumento da concentração na atmosfera tem levado a um aumento da temperatura global que pode desencadear alterações climáticas, degelo das calotes polares, e demais efeitos que estamos presenciando atualmente.
Reduzir as concentrações atmosféricas dos gases de efeito estufa é uma tarefa que exige um esforço concentrado da sociedade organizada, dos governos, empresas e indivíduos, no sentido de buscar soluções para o aumento da eficiência energética, utilização de tecnologias limpas e mudanças de postura perante o desperdício.
Todos no planeta têm esse desafio pela frente, buscando respeitar os acordos internacionais que tem sido firmados com esse propósito, sendo o mais importante deles o Protocolo de Kyoto.
     Soluções:
Reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa passa por uma série de alterações nos padrões e condutas da sociedade atual. Buscar a melhor eficiência energética nos edifícios, nos transportes e na produção industrial, privilegiar automóveis com motores de combustíveis renováveis (álcool, bio-diesel), novas fontes alternativas de energia (solar, eólica, etc). Tudo isso deve ser procurado para a obtenção de um resultado duradouro e eficaz.
Para essa mudança não basta apenas uma ação governamental. É necessário que os indivíduos e empresas desempenhem cada um seu papel nesse processo. Isso passa por uma mudança no estilo de vida e nos comportamentos de utilização de meios de transporte e equipamentos elétricos de maior eficiência.
O plantio de árvores com finalidade de diminuição dos níveis de concentração de CO2 na atmosfera é uma das possibilidades que são consideradas hoje em dia, mas como apoio a um sério programa de redução de emissões de gases de efeito estufa.


Para as atividades produtivas
Incentivar a utilização de energias renováveis no mundo, com ênfase especial para a energia eólica, solar, hídrica e biomassa.


Para o setor residencial e de serviços
Adotar tecnologias eficientes e alternativas, tais como utilização de energia solar, arquitetura integrada sustentável e sistemas de climatização eficientes.


Para os meios de transporte
  • Propor novos designs e novos materiais para o desenvolvimento de automóveis;
  • Expandir a utilização de automóveis movidos a combustíveis renováveis já disponíveis no mercado;
  • Aumentar a utilização de transportes coletivos, que reduzem drasticamente a energia gasta na relação passageiro-quilômetro;
  • Propor novas modalidades de deslocamento pessoal nas grandes cidades, tais como ciclovias, caminhos para pedestres e compartilhamento de veículos.

Para as florestas
  • Aumentar a capacidade de armazenamento de carbono nos produtos originários da madeira das florestas;
  • Promover a gestão sustentável da floresta de modo a gerar biomassa como recurso energético renovável.

O que propõe a ONU
A Conferência da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992 (ECO 92), estabeleceu como objetivo a estabilização da emissão e concentração na atmosfera de gases de efeito estufa em níveis que tentassem impedir a perigosa interferência do resultado das atividades humanas no clima da Terra.
Em Dezembro de 1997 foi adotado o Protocolo de Kyoto, um instrumento operacional que instituiu uma série de regras para regular e controlar a emissão de gases de efeito estufa. Entrou em vigor em fevereiro de 2005, estabelecendo limites legais para as emissões dos países industrializados, definindo limites específicos e prevendo uma redução global de 5% no período de 2008 a 2012 em relação aos níveis verificados em 1990.
O Protocolo de Kyoto instituiu três instrumentos econômicos, denominados mecanismos de flexibilidade: o comércio internacional de emissões, a implementação conjunta e o mecanismo de desenvolvimento limpo. O objetivo destes mecanismos de flexibilidade é permitir que os países que têm as maiores emissões e onde os custos de redução são altos, possam cumprir suas responsabilidades investindo em projetos de redução em outros países, onde o custo dessa redução é mais baixo.
O que fazer:
O aquecimento global é um fenômeno que afeta todos nós pelo qual todos somos responsáveis. Nossa responsabilidade está na energia que consumimos em nossas casas, escritórios, meios de transporte, viagens e também nos processos produtivos de nossas empresas, e nos resíduos que produzimos, bem como nas escolhas que fazemos sobre produtos e serviços que emitem gases de efeito estufa na atmosfera.
Através do Recicle Carbono você pode fazer parte da solução desse problema também. E de maneira muito simples e transparente.
  • Comece calculando suas emissões no dia-a-dia, em nossas calculadoras online;
  • Conheça formas simples e eficazes de reduzir suas emissões;
  • Compense as emissões que não consegue reduzir, através de nossa floresta.
Dessa forma você estará contribuindo de maneira consciente e eficaz para a solução do problema.
Ao neutralizar suas emissões com o Recicle Carbono, cada cliente, indivíduo ou empresa, receberá um certificado (digital ou impresso) personalizado que atesta a sua participação no projeto.
Se você quer neutralizar as emissões de sua empresa, indústria ou evento, acesse nossas calculadoras online ou se preferir, entre em contato conosco para preparmos um inventário minucioso destas emissões e desenvolvermos o projeto de neutralização mais adequado à sua necessidade.
Atualmente em início de implementação no país, as normas ISO 14064 e 14065, desenvolvidas para validar internacionalmente os inventários de emissão de gases de efeito estufa nas organizações e a contabilidade de seus projetos de remoção, certificam as empresas que neutralizam suas emissões.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 


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