Segue uma iniciativa da década de 70 muito bacana.
Sustentabilidade em construções civis é a mais
nova e promissora forma de construir sem agredir o meio ambiente.
A utilização de matérias ecológicas e tecnologias, voltadas para a
redução de agentes poluentes, o uso racional da água e da eletricidade são as
principais ações voltadas para a sustentabilidade.
Os primeiros passos rumo à sustentabilidade em construção civil teve início com
estudos sobre o desenvolvimento ecológico. Esses projetos foram idealizados na
Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento,
em Estocolmo, na Suécia, em 1972.
Ao longo das décadas seguintes novos conceitos foram criados e, mais
tarde, aprimorados. Atualmente a prioridade é conscientizar a todos sobre a
importância do desenvolvimento sustentável, demonstrando na prática que é
possível suprir todas as necessidades dos povos sem esgotar as reservas
naturais, preservando assim o ecossistema.
Contudo, a construção sustentável deve valer-se de todos os recursos
naturais disponíveis como a iluminação natural, a captação e o aproveitamento
das águas da chuva. Além de reservar espaços apropriados para a coleta seletiva
de lixo.
Para isso, recomenda-se a utilização de produtos a base de água e dos
totalmente sólidos, pois eles são os mais apropriados pelo fato de não emitir
gases poluentes quando em contato com o oxigênio.
Outras precauções para diminuir aos danos ambientais são o uso de tintas
sem solventes, a redução no consumo de água com a criação de poços artesianos e
o uso da energia solar.
O conjunto dessas atitudes
sustentáveis permite que a construção civil colabore de
forma significativa na preservação ambiental.
Em algumas cidades os restos de obras estão sendo reaproveitados em
outras construções gerando maior economia e deixando menos entulho em áreas
verdes.
O fato é
que cada vez mais surgem empresas dispostas a adotar a sustentabilidade como
meta e prioridade em suas obras.



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