terça-feira, 29 de outubro de 2013

Parque Eólico de Osório RS



Parque Eólico de Osório (RS) é o maior da América Latina
Energia
Com 150 megawatts de energia instalada, um dos destaques do empreendimento é produzir energia limpa e renovável, sem emissões de dióxido de carbono (CO2)

Heitor Carvalho Jorge;

Localizado no município gaúcho de mesmo nome, Parque de Osório forma o maior complexo gerador de energia a partir do vento da América Latina.

Os Parques Eólicos de Osório, localizados no município gaúcho de mesmo nome, formam o maior complexo gerador de energia a partir do vento da América Latina. Com 150 megawatts de energia instalada, um dos destaques do empreendimento é produzir energia limpa e renovável, sem emissões de dióxido de carbono (CO2), um dos gases responsáveis pelo efeito estufa.

A transformação do vento em energia ocorre por meio das turbinas eólicas, também conhecidas como aerogeradores ou cataventos. As turbinas eólicas de Osório são dotadas de um sistema que orienta o rotor na direção do vento. As pás, que medem 35 metros, regulam automaticamente sua inclinação para otimizar a incidência do vento. Foram desenvolvidas com mesma tecnologia da indústria aeronáutica.

O projeto é integrado por três parques, que reúnem 75 aerogeradores de 2 megawatts cada um, instalados em torres de concreto, a 100 metros de altura.

A energia gerada anualmente equivale ao consumo residencial de 650 mil pessoas, mais do que a metade da população de uma cidade como Porto Alegre. No caso do Rio Grande do Sul, a energia eólica tem um papel estratégico, pois a época dos ventos coincide com o período de seca no Estado. A produção de energia estimada é de 425 GW/ano.

Os primeiros estudos para a criação dos parques começaram em 1999. O primeiro aerogerador foi ligado em abril de 2006. Até o final daquele ano, todos os 75 equipamentos estavam operando comercialmente.

O projeto, primeiro a receber o licenciamento ambiental pelos órgãos estaduais, foi pioneiro também no desenvolvimento de métodos de avaliação do impacto ambiental. Foram realizados estudos e monitoramento nos três anos que antecederam a implantação do complexo.

Além de não emitir gases poluentes, os parques eólicos preservam a fauna e flora dos campos onde estão localizados. Como parte das medidas compensatórias, o empreendimento está realizando obras de saneamento na região, revitalização de lagoas e proporcionando cursos na área de educação ambiental.

Osório foi o primeiro parque eólico do País a receber recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também o primeiro a fazer parte do Sistema Interligado Nacional (SIN), controlado pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

Cerca de 5 mil trabalhadores diretos e indiretos participaram da obra. O trabalho de infraestrutura exigiu a construção de uma estrada de 24 quilômetros no interior dos parques. Foram utilizados 430 metros cúbicos de concreto e 60 toneladas de aço nas bases das torres.

Desenvolvido pela empresa Ventos do Sul, o complexo tem como sócia-majoritária a Enerfin Enervento, controlada pelo grupo espanhol Elecnor.
 

O Brasil tem ainda um imenso potencial eólico ainda não aproveitado. Hoje possui cerca de 300 megawatts instalados, mas pode chegar a 143.000 megawatts, de acordo com o Atlas do Potencial Eólico Brasileiro.

Ações de Sustentabilidade nas Empresas

Ações de sustentabilidade nas Empresas e a Diferença que Fazem

Descrição: Sustentabilidade nas Empresas Ações de sustentabilidade nas Empresas e a Diferença que Fazem
Cada vez mais empresas estão conscientes da importância de ações de sustentabilidade para preservação do meio ambiente. Atualmente, é possível contar com benefícios fornecidos pelo Governo para instituições que realizem atividades sustentáveis, como redução de impostos ou financiamentos para projetos. Inicialmente, é preciso que todos os colaboradores participem da iniciativa verde proposta e que façam sua parte para que os resultados possam aparecer.
Algumas dicas importantes de sustentabilidade nas empresas são realizar mudanças no ambiente corporativo e no hábito das pessoas. Instalar lixeiras para reciclagem e realizar campanhas internas para o seu uso é uma ótima forma de fazer o descarte correto do lixo. Ainda dispor vários lixeiros em locais estratégicos permite uma melhor higienização do ambiente.
Descrição: Lixeira para Reciclagem Ações de sustentabilidade nas Empresas e a Diferença que Fazem
Utilize os recursos da empresa (como papeis e copos descartáveis) de forma inteligente, isso contribui para a limpeza do local, diminui a quantidade de resíduos sólidos e reduz custos para a empresa. Outra dica é utilizar lâmpadas fluorescentes no lugar das comuns, que duram dez vezes mais e ainda podem ser recicladas. Da mesma forma, trocar o papel comum pelo reciclado e utilizar lápis de madeira produzidos por companhias que realizam o replantio é sempre bem-vindo.
Descrição: Lâmpada Fluorecente Ações de sustentabilidade nas Empresas e a Diferença que Fazem
Os empresários também podem conscientizar seus colaboradores quanto à carona solidária ou, caso morem perto do local de trabalho, substituir o uso do carro ou transporte público pela bicicleta ou caminhada. Além disso, incentivar o uso de menos papel ou criar blocos usando papéis usados é um diferencial. No verão, permitir o uso de roupas leves evita o uso da capacidade máxima do ar condicionado. Aproveite para desligar o aparelho uma hora antes do fim do expediente.




segunda-feira, 28 de outubro de 2013

CONSTRUINDO O DESENVOLVIMENTO DE FORMA SUSTENTAVEL

Boa tarde pessoal,

Segue uma iniciativa da década de 70 muito bacana.


Sustentabilidade em construções civis é a mais nova e promissora forma de construir sem agredir o meio ambiente.

A utilização de matérias ecológicas e tecnologias, voltadas para a redução de agentes poluentes, o uso racional da água e da eletricidade são as principais ações voltadas para a sustentabilidade.

Os primeiros passos rumo à sustentabilidade em construção civil teve início com estudos sobre o desenvolvimento ecológico. Esses projetos foram idealizados na Primeira Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento, em Estocolmo, na Suécia, em 1972.




Ao longo das décadas seguintes novos conceitos foram criados e, mais tarde, aprimorados. Atualmente a prioridade é conscientizar a todos sobre a importância do desenvolvimento sustentável, demonstrando na prática que é possível suprir todas as necessidades dos povos sem esgotar as reservas naturais, preservando assim o ecossistema.

      
 

Contudo, a construção sustentável deve valer-se de todos os recursos naturais disponíveis como a iluminação natural, a captação e o aproveitamento das águas da chuva. Além de reservar espaços apropriados para a coleta seletiva de lixo.
Para isso, recomenda-se a utilização de produtos a base de água e dos totalmente sólidos, pois eles são os mais apropriados pelo fato de não emitir gases poluentes quando em contato com o oxigênio.
Outras precauções para diminuir aos danos ambientais são o uso de tintas sem solventes, a redução no consumo de água com a criação de poços artesianos e o uso da energia solar.
O conjunto dessas atitudes sustentáveis permite que a construção civil colabore de forma significativa na preservação ambiental.
Em algumas cidades os restos de obras estão sendo reaproveitados em outras construções gerando maior economia e deixando menos entulho em áreas verdes.
O fato é que cada vez mais surgem empresas dispostas a adotar a sustentabilidade como meta e prioridade em suas obras.
 

sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Iluminação Econômica

A grande maioria dos brasileiros não vê a chegada da conta de energia elétrica como um dos momentos mais favoritos do mês, pois, geralmente, é uma surpresa bastante desagradável. Orçamentos apertados ficam ainda mais complicados para se gerenciar em épocas de frio, onde o chuveiro gasta mais energia do que o costume, fazendo com que a cobrança fique ainda maior.


Uma forma bastante adequada de ter uma economia de energia é a utilização das lâmpadas fluorescentes. A sua economia vem do simples fato que este tipo de lâmpada converte a energia elétrica mais em luz do que calor, ao contrário dos produtos convencionais, de filamento. Desta forma, atinge eficiência maior, durando mais tempo do que as lâmpadas convencionais e propiciando uma iluminação de melhor qualidade.
 
Com o desenvolvimento desta tecnologia, diversos tipos de lâmpadas foram criados para os mais diversos usos. Dependendo do gás utilizado, os produtos são classificados de acordo com a tonalidade da iluminação, por exemplo. Existem também vários formatos produzidos para os mais diversos fins, desde a utilização doméstica, passando pela industrial até chegar no uso em laboratórios de alta responsabilidade.
 
Um problema relacionado a este produto é garantir a sustentabilidade em casa. Como utilizam de gás e, em alguns casos, mercúrio, após sua utilização deve ser descartada adequadamente para que não agrida o ambiente e cause efeitos nocivos aos seres vivos. Este efeito deve ser levado em conta ainda mais por empresas, que por seu consumo em larga escala, podem agredir de forma mais grave o ambiente.
 
Desta forma, vê-se que o uso de lâmpadas fluorescentes causa redução de consumo de energia, chegando a ser quatro vezes mais eficiente que os produtos de filamento. Entretanto, esta economia tem um preço ao ambiente, que deve ser levado em conta pelo consumidor, a fim de que seu consumo não cause um prejuízo ambiental.
 

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Recicle Carbono


 







 
 
O QUE É RECICLE CARBONO
Uma forma consciente de pensar e agir sobre o nosso futuro. Essa é a proposta do Recicle Carbono.
O clima do planeta tem-se alterado gradativamente. Estudos previam que nossos filhos e netos sofreriam as causas do aquecimento global, mas de acordo com recente estudo desenvolvido pelos maiores pesquisadores mundiais sobre clima (IPCC), já estamos sofrendo estas alterações.
Indivíduos, empresas, sociedade, todos contribuímos para o aquecimento global através da energia que consumimos em nossas casas, nossos escritórios, nossas fábricas, no lixo que produzimos, nos edifícios e processos produtivos, e ainda no nosso transporte e deslocamentos que realizamos.
A concentração de CO2 na atmosfera está no nível de 375 ppm (partes por milhão). Segundo os especialistas, a partir de 600 ppm começa a ser letal e que se nada for feito e continuarmos nestes níveis de poluição, chegaremos a 1200 ppm.
Neste momento, não temos outra escolha senão combatermos as alterações climáticas que já estão acontecendo. E isso significa mudar a forma como encaramos nosso dia-a-dia. Significa agir com responsabilidade, de forma consciente e voluntária.
A solução que surge é a redução das emissões de gases que provocam o efeito estufa. Este problema pertence a todos nós e, portanto, a solução também.
Recicle Carbono permite que cada cidadão, cada empresa, possa fazer parte dessa solução, através de uma ação bastante simples: o plantio de árvores. É dessa forma que podemos atuar, concretamente, na diminuição da ação nociva da emissão de gases na atmosfera.
A atuação do Recicle Carbono está em processo de certificação por uma auditoria externa independente, que valida e monitora o desempenho dessa importante missão.
NOSSO CLIMA
Todas as atividades humanas liberam na atmosfera gases com efeito de estufa, sendo que o dióxido de carbono (CO2) é o mais importante deles. O aumento significativo dos níveis dessas emissões tem afetado de maneira perceptível o clima de todas as regiões do planeta.
O Efeito Estufa consiste, basicamente, na ação do dióxido de carbono e outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no planeta. Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas só parte destes chega a deixar a Terra, em consequência da ação refletora que os chamados "Gases de Efeito Estufa" (dióxido de carbono, metano, clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.
Desde a época pré-histórica que o dióxido de carbono tem tido um papel determinante na regulação da temperatura global do planeta. Com o aumento da utilização de combustíveis fósseis (Carvão, Petróleo e Gás Natural) a concentração de dióxido de carbono na atmosfera duplicou nos últimos cem anos. Esse ritmo acelerado do aumento da concentração na atmosfera tem levado a um aumento da temperatura global que pode desencadear alterações climáticas, degelo das calotes polares, e demais efeitos que estamos presenciando atualmente.
Reduzir as concentrações atmosféricas dos gases de efeito estufa é uma tarefa que exige um esforço concentrado da sociedade organizada, dos governos, empresas e indivíduos, no sentido de buscar soluções para o aumento da eficiência energética, utilização de tecnologias limpas e mudanças de postura perante o desperdício.
Todos no planeta têm esse desafio pela frente, buscando respeitar os acordos internacionais que tem sido firmados com esse propósito, sendo o mais importante deles o Protocolo de Kyoto.
     Soluções:
Reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa passa por uma série de alterações nos padrões e condutas da sociedade atual. Buscar a melhor eficiência energética nos edifícios, nos transportes e na produção industrial, privilegiar automóveis com motores de combustíveis renováveis (álcool, bio-diesel), novas fontes alternativas de energia (solar, eólica, etc). Tudo isso deve ser procurado para a obtenção de um resultado duradouro e eficaz.
Para essa mudança não basta apenas uma ação governamental. É necessário que os indivíduos e empresas desempenhem cada um seu papel nesse processo. Isso passa por uma mudança no estilo de vida e nos comportamentos de utilização de meios de transporte e equipamentos elétricos de maior eficiência.
O plantio de árvores com finalidade de diminuição dos níveis de concentração de CO2 na atmosfera é uma das possibilidades que são consideradas hoje em dia, mas como apoio a um sério programa de redução de emissões de gases de efeito estufa.


Para as atividades produtivas
Incentivar a utilização de energias renováveis no mundo, com ênfase especial para a energia eólica, solar, hídrica e biomassa.


Para o setor residencial e de serviços
Adotar tecnologias eficientes e alternativas, tais como utilização de energia solar, arquitetura integrada sustentável e sistemas de climatização eficientes.


Para os meios de transporte
  • Propor novos designs e novos materiais para o desenvolvimento de automóveis;
  • Expandir a utilização de automóveis movidos a combustíveis renováveis já disponíveis no mercado;
  • Aumentar a utilização de transportes coletivos, que reduzem drasticamente a energia gasta na relação passageiro-quilômetro;
  • Propor novas modalidades de deslocamento pessoal nas grandes cidades, tais como ciclovias, caminhos para pedestres e compartilhamento de veículos.

Para as florestas
  • Aumentar a capacidade de armazenamento de carbono nos produtos originários da madeira das florestas;
  • Promover a gestão sustentável da floresta de modo a gerar biomassa como recurso energético renovável.

O que propõe a ONU
A Conferência da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992 (ECO 92), estabeleceu como objetivo a estabilização da emissão e concentração na atmosfera de gases de efeito estufa em níveis que tentassem impedir a perigosa interferência do resultado das atividades humanas no clima da Terra.
Em Dezembro de 1997 foi adotado o Protocolo de Kyoto, um instrumento operacional que instituiu uma série de regras para regular e controlar a emissão de gases de efeito estufa. Entrou em vigor em fevereiro de 2005, estabelecendo limites legais para as emissões dos países industrializados, definindo limites específicos e prevendo uma redução global de 5% no período de 2008 a 2012 em relação aos níveis verificados em 1990.
O Protocolo de Kyoto instituiu três instrumentos econômicos, denominados mecanismos de flexibilidade: o comércio internacional de emissões, a implementação conjunta e o mecanismo de desenvolvimento limpo. O objetivo destes mecanismos de flexibilidade é permitir que os países que têm as maiores emissões e onde os custos de redução são altos, possam cumprir suas responsabilidades investindo em projetos de redução em outros países, onde o custo dessa redução é mais baixo.
O que fazer:
O aquecimento global é um fenômeno que afeta todos nós pelo qual todos somos responsáveis. Nossa responsabilidade está na energia que consumimos em nossas casas, escritórios, meios de transporte, viagens e também nos processos produtivos de nossas empresas, e nos resíduos que produzimos, bem como nas escolhas que fazemos sobre produtos e serviços que emitem gases de efeito estufa na atmosfera.
Através do Recicle Carbono você pode fazer parte da solução desse problema também. E de maneira muito simples e transparente.
  • Comece calculando suas emissões no dia-a-dia, em nossas calculadoras online;
  • Conheça formas simples e eficazes de reduzir suas emissões;
  • Compense as emissões que não consegue reduzir, através de nossa floresta.
Dessa forma você estará contribuindo de maneira consciente e eficaz para a solução do problema.
Ao neutralizar suas emissões com o Recicle Carbono, cada cliente, indivíduo ou empresa, receberá um certificado (digital ou impresso) personalizado que atesta a sua participação no projeto.
Se você quer neutralizar as emissões de sua empresa, indústria ou evento, acesse nossas calculadoras online ou se preferir, entre em contato conosco para preparmos um inventário minucioso destas emissões e desenvolvermos o projeto de neutralização mais adequado à sua necessidade.
Atualmente em início de implementação no país, as normas ISO 14064 e 14065, desenvolvidas para validar internacionalmente os inventários de emissão de gases de efeito estufa nas organizações e a contabilidade de seus projetos de remoção, certificam as empresas que neutralizam suas emissões.