segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Parceira lança campanha inovadora de sustentabilidade



Com a proximidade da Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™, a questão da sustentabilidade ambiental está sendo cada vez mais discutida. Como organizadores da maior competição esportiva do mundo, a FIFA, o COL e os envolvidos estão comprometidos em realizar um evento sustentável no Brasil em 2014.
Resultados recentes de uma pesquisa de opinião conduzida em 2012 pela FIFA no Brasil também confirmaram a importância dada pelos torcedores do país-sede à sustentabilidade e ao meio ambiente. Entre os brasileiros, 92% acreditam que a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014™ deve ser realizada de forma ecologicamente correta.
Neste sentido, 50% da população acham que os estádios deveriam ter instalações para reciclagem e divisão adequada de lixo. A pesquisa confirma que, além de empolgada com a perspectiva de sediar a Copa do Mundo da FIFA™, a população brasileira também se preocupa com o meio ambiente.
A Coca-Cola, parceira da FIFA, está fazendo a sua parte, anunciando um projeto inovador de sustentabilidade. A Coca-Cola Brasil lançará uma campanha de doação de garrafas PET para serem reutilizadas nos revestimentos de 6.773 assentos no novo estádio do Maracanã, local da final da Copa do Mundo da FIFA 2014™.
Para o lançamento da campanha, no dia 15 de novembro, a Coca-Cola Brasil irá instalar cerca de 100 pontos de coleta de garrafas PET no Rio de Janeiro (veja a lista completa no website www.coca-cola.com.br).
Incentivara cultura de reciclagem é um dos objetivos da Coca-Cola para a Copa do Mundo da FIFABrasil 2014™, e tudo leva a crer que a população brasileira também apoia aideia! 

Idéias Inteligentes "Fruta do Faraó"

Meninos apresentam invenção para Luciano Huck (Foto: Caldeirão do Huck/TV Globo)


Neste sábado, 30, rolou o segundo episódio do quadro 'Inventores'. O objetivo da nova atração do Caldeirão é descobrir e mostrar para todo o Brasil boas iniciativas de jovens que encontram soluções para problemas de suas comunidades através de inovações. E os que apresentarem ideias inteligentes e eficientes vão ganhar prêmios de até 30 mil reais!


Diretamente de Apodi, no interior do Rio Grande do Norte, Jociel, Geracino e Huguemberg, trouxeram sua invenção chamada "A Fruta do Faraó". Preocupados com a falta de chuva na região, que já dura três anos, eles desenvolveram uma cera que ajuda na conservação das frutas da região. Os meninos contaram com a ajuda da professora Gidélia.
Para julgar os benefícios trazidos pela invenção do Grupo, o Caldeirão convidou Ana Penido, diretora do Inspirare, Luiz Alberto Colnago, pesquisador da Embrapa e especialista em conservação de alimentos e o jornalista Pedro Bassan. Os jurados podem dar notas de 0 a 10 e os prêmios chegam até R$ 30 mil. E foi exatamente esse valor que eles levaram para casa

http://blogdoirmaozizi.blogspot.com.br/2013_11_01_archive.html

Escola do DF é exemplo de sustentabilidade

Projeto educacional em Planaltina incentiva o respeito ao meio ambiente 

BRASÍLIA (3/9/13) - Distante cerca de 50km do centro da capital, o Centro de Ensino Fundamental 02 (CEF 02), em Planaltina, encontrou um diferencial para evitar a evasão escolar. Em instalações construídas com garrafas PET, projeto premiado nacionalmente, a instituição provou que é possível integrar conteúdos tradicionais com atividades extracurriculares, que engajou toda a comunidade escolar.
 
A mudança no colégio começou em 2011, quando o coordenador da escola integral, Gilvan Luis França, 47 anos, idealizou a construção de uma sala multiuso de 66m² cujas paredes são feitas de 15 mil garrafas de plástico, material arrecadado por estudantes e utilizado em substituição aos tijolos.

 "Tínhamos a demanda de atender 130 alunos da educação integral e não tínhamos espaço. Daí surgiu a necessidade de construir essa sala, que é maior que uma tradicional, para podermos oferecer as atividades. Essa construção uniu toda a comunidade e foi feita pelos próprios alunos", detalhou França.

 A estrutura, na parte inferior da construção, é formada por garrafas cheias de areia e unidas umas nas outras com barro. No alto das paredes, os vasilhames foram preenchidos com água colorida, o que permite maior luminosidade dentro do cômodo, que é utilizado para o desenvolvimento das atividades da escola integral.
 
"Antes não existia nada nesse lugar e agora temos essa sala, que é uma maravilha para nós, estudantes, porque aqui temos um espaço seguro onde podemos aprender e nos divertir. Essa construção dá mais vontade de ficarmos na escola e aprender mais", disse Jaime Guimarães, 14 anos, aluno da 7ª série.

 O único concreto utilizado na obra foi para fazer as colunas que sustentam um telhado de amianto, e a inovação na forma de construir rendeu a França, que é biólogo, uma premiação de R$2 mil, oferecida, em São Paulo, pela Associação Brasileira da Indústria do Pet (Abipet).
 
O docente também venceu a "6ª edição do Prêmio Professores do Brasil", concurso promovido pelo Ministério da Educação, com premiação de R$7 mil, que foram utilizados para comprar instrumentos musicais para os alunos, que há três meses passaram a estudar teoria musical em grupo.

 "A música me faz livre e representa tudo o que sinto. Esse projeto faz com que tenhamos mais orgulho de estudar em escola pública, que tenhamos mais vontade de estar na escola e de querer sempre aprender mais", opinou a estudante da 7ª série Ana Catarina Felinto, 14 anos, vocalista da turma.
 

 INOVAÇÃO – Além da construção da sala de aula ecologicamente correta, França desenvolve outros projetos voltados à sustentabilidade e à proteção do meio ambiente.

 Atualmente, o professor faz testes de um aquecedor de água feito com 120 garrafas PET e 36m de cano PVC, que utiliza o calor do sol para elevar a temperatura da água armazenada em uma caixa d'agua de 100L.
 
"São projetos simples que queremos que os pais levem para casa e que tenham mudança de hábitos. Ao fazermos esse tipo de aparelho e termos o apoio dos pais, as crianças crescem com outra visão e, principalmente, respeitando o ambiente em que vivem", complementou o professor.

 Mãe e tia de alunas do CEF 02, Marilene Ataíde, 40 anos, aprova todas as iniciativas de França e, ainda, contribui para que elas se tornem realidade.

Monitora de atividades, Ataíde passa parte do seu dia na escola, onde ajuda a desenvolver as tarefas do período integral e diz que a instituição passou por mudanças significativas.

"Essas atividades que temos aqui influenciam na cabeça das crianças e ajudam muito o desenvolvimento escolar delas. Eu, como mãe e como monitora, acompanho diariamente a rotina da escola e vejo que a qualidade é excelente", ressaltou Ataíde.

 As melhorias no ensino também são percebidas pela monitora Sarah Marques, 22 anos, que cursou da 1ª à 8ª série nessa escola, em uma época que essas novidades não existiam.

 "Quando estudei aqui, anos atrás, perdi muitas coisas como as que os alunos estão tendo agora. Eles podem participar de atividades diferentes, fora das salas de aula, e isso ajuda muito na formação", opinou.

 A escola conta, além dessas inovações, com um formato diferenciado de ensino, em que os alunos são convidados a saírem das salas de aula para aprenderem em passeios a pontos turísticos, teatros, cinema, dentre outros locais.

 O aprendizado, na escola, se estende, ainda, a uma horta onde são cultivados tomate, cenoura, alface e cheiro-verde, produtos que são produzidos sem agrotóxicos e que são utilizados no incremento da merenda escolar.

 Ainda no canteiro, que é frequentemente utilizado pelos alunos, a estrutura para o plantio é feita de garrafas PET e de pneu, para, segundo o professor, causar menos impacto ao meio ambiente e conscientizar as crianças, desde pequenas, para o seu papel na sociedade.

 

terça-feira, 26 de novembro de 2013

Carro Ecologico

O projeto de um carro ecológico abrange a ideia de um veículo leve, feito com uma lataria de material reciclável, silencioso e não poluente. Sabemos que nos carros convencionais, o motor à combustão movido a gasolina, etanol e diesel gera um impacto poluidor no meio ambiente e na saúde do ser humano.
No projeto de carros ecológicos, devemos conceituá-lo como uma veículo movido por uma fonte de energia limpa, que percorre uma determinada distância gastando menos energia com segurança.

Portanto, esse tipo de veículo maximiza a energia utilizada minimizando o impacto de seu uso no meio ambiente. Um carro luxuoso que consome gasolina e que transporte uma única pessoa, em média, é mais poluente do que um ônibus movido a biocombustível e que transporta mais de quarenta passageiros.
Além da relação custo benefício por pessoa transportada, a seleção da fonte de energia também é um fator preponderante, pois já há vários projetos de carros ecológicos movidos pela energia solar, bateria de hidrogênio e até por água.

O ex-projetista de Fórmula 1, Gordon Murray, desenvolveu um carro ecológico pequeno que ocupa pequenos espaços de uma cidade, é o T 25, um modelo construído com fibra de vidro, garrafas de plásticos reciclado e tubos ocos de aço. O veículo de Murray alcança velocidade máxima de 145 km/h e possui um custo inicial de 9 mil dólares.

Atualmente, no mercado comum de automóveis, tem se produzido em grande escala os carros flex, modelos que utilizam mais de um combustível, mas a indústria automobilística tem aprofundado as pesquisas sobre os modelos híbridos, movidos pela eletricidade e pelo petróleo. No Japão, já está sendo popular a utilização de veículos movidos somente pela eletricidade.


YeZ

Entre os carros solares, um veículo construído na Austrália venceu o Desafio Solar Mundial realizado no país em 2003, mundialmente conhecido como Nuna II, o modelo percorreu 3.000 quilômetros pela Austrália.

Na China, uma montadora criou um veículo que absorve CO2 da atmosfera e libera oxigênio, inspirado na fotossíntese dos vegetais, o modelo YeZ é um protótipo a ser inserido no mercado em 2030. O termo YeZ em mandarim significa “folha”, o veículo chinês é movido a partir de energia limpa adquirida pela luz do sol no teto e a energia eólica realimentada pelas pás existentes nas rodas.

Fontes:
http://www.inovacaotecnologica.com.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

EMPRESAS BRASILEIRAS FAZENDO BONITO DE FORMA SUSTENTAVEL


Companhias promovem ações para estimular consciência ambiental e reduzir o impacto de suas produções no meio ambiente; mercado brasileiro já é o segundo no ranking mundial de consumo sustentável.

Desde a última década, a sustentabilidade faz parte da agenda das principais empresas brasileiras públicas e privadas.

Os gestores do País já entendem que a adoção de soluções sustentáveis e ecologicamente responsáveis são cruciais não apenas para melhorar a imagem de suas empresas, como também para aumentar a competitividade e rentabilidade dos negócios.


Não à toa que seis em cada dez empresas nacionais sentem que as mudanças climáticas já produzem impacto diário em sua cadeia produtiva. Os dados são de estudo sobre o tema conduzido pelo Instituto Ilos, especializado em logística empresarial. Ainda segundo esse levantamento, quase metade das empresas brasileiras já possui políticas específicas para o setor de sustentabilidade.

As empresas acreditam que dois em cada três clientes já exigem soluções mais verdes para os serviços que contratam ou produtos que consomem.

E o mercado para o setor no País ainda tem muito para crescer. Segundo pesquisa realizada pela revista National Geographic em 2010, que investigou hábitos de 17 mil consumidores em 17 países, o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de consumo sustentável. Atrás apenas da Índia, o País apresenta bons índices no uso de materiais renováveis em suas construções e no emprego extensivo de biocombustíveis. 

Sejam públicas ou privadas, grandes empresas brasileiras já encabeçam ações de sustentabilidade com reconhecimento internacional, por meio de certificações específicas. 








Conheça abaixo algumas delas:

Petrobras

Integrante do Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade utilizado como parâmetro para análise dos investidores social e ambientalmente responsáveis, a empresa brasileira foi escolhida pela European Foundation for Management Development para promover um projeto-piloto para capacitar executivos com foco na responsabilidade social.

A Petrobras elaborou um documento, batizado de Diretrizes da Sustentabilidade, que congrega e prioriza as ações da companhia nesse segmento. As principais ações se dão na área de proteção da biodiversidade, ecoeficiência das atividades e operações, controle de contingências e interface social, econômica e cultural das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Amazônia. 

Paralelamente, a empresa desenvolve diversos projetos de inserção social, como a Rede de Reciclagem de Resíduos, que beneficiou diretamente cerca de 7,2 mil catadores de materiais recicláveis em cinco anos, por meio de 26 projetos desenvolvidos em nove estados. 

Banco do Brasil

O Banco firmou um compromisso junto ao Ministério do Meio Ambiente para a realização de ações sustentáveis em seus negócios, a Agenda 21. Esse documento norteia as atuações da empresa nessa área, caso, por exemplo, do Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), que oferece linhas de crédito a empresas que promovam a sustentabilidade em suas linhas de produção. Além disso, a Fundação Banco do Brasil desenvolve diversas ações sociais voltadas para o desenvolvimento sustentável e o cuidado ambiental, como a capacitação dos apicultores do Piauí.


Caixa Econômica Federal

A política ambiental da instituição faz parte do Projeto Corporativo de Responsabilidade Social, que desenvolve uma cultura organizacional de sustentabilidade e faz com que empregados, clientes, fornecedores e parceiros pratiquem ações sustentáveis, além de estimular o uso de materiais recicláveis nas agências. 

Vale

Uma das empresas líderes globais no setor de mineração, a Vale iniciou em 2010 a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), protocolo baseado nas diretrizes do ISO 14001. O modelo fornece ferramentas para garantir a conformidade legal das atividades, produtos e serviços.                                                                                                 

A empresa também promove a recuperação de áreas degradadas e investe na pesquisa de novas tecnologias que permitem aprimorar os sistemas de controle ambiental, na gestão de resíduos e de produtos químicos. 

Furnas

Colabora para o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal do Estado do Rio de Janeiro (Prove), além de encabeçar o projeto Coleta Seletiva Solidária, que já promoveu a reciclagem de 310 toneladas de materiais gerados na sede da empresa, no Rio, e em suas unidades regionais. Os materiais são repassados a associações e cooperativas de catadores de lixo. 


Itaipu

Bicampeã do Ranking Benchmarking dos Detentores de Melhores Práticas de Sustentabilidade do País, a Itaipu possui uma série de ações voltadas ao setor, com destaque para o projeto Cultivando Água Boa, que reúne 22 associações de produtores agrícolas que investem em insumos orgânicos e obtêm renda ao praticar uma atividade que preserva o solo, sem aplicação de agrotóxicos. 



Natura

Além de realizar a venda de refis em sua linha de produtos, a empresa agrega suas ações sustentáveis na marca Ekos. Em associação com 19 comunidades rurais espalhadas pelo País, a Natura promove o manejo sustentável dos ativos envolvidos na produção dos artigos dessa linha. 
Desde 2005, a empresa estimula a substituição de matérias-primas de origem animal por aquelas provenientes de fontes renováveis. Além disso, todas as embalagens dos condicionadores e dos refis são feitas com o chamado Plástico Verde, que é 100% reciclável e emite menos carbono em sua confecção que seus congêneres tradicionais.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Compostagem


Compostagem
 
 
compsotagem
 
Adubo orgânico: resultado do processo de compostagem do lixo

O que é compostagem: compostagem é um processo de transformação de matéria orgânica, encontrada no lixo, em adubo orgânico (composto orgânico). É considerada uma espécie de reciclagem do lixo orgânico, pois o adubo gerado pode ser usado na agricultura ou em jardins e plantas.

A compostagem é realizada com o uso dos próprios microorganismos presentes nos resíduos, em condições ideais de temperatura, aeração e umidade.

Importância para o meio ambiente e saúde das pessoas 
A compostagem, usada principalmente na zona rural, é de extrema importância para o meio ambiente e para a saúde dos seres humanos. O lixo orgânico, muitas vezes, é descartado em lixões, ruas, rios e matas, poluindo o meio ambiente. Além disso, o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de bactérias, vermes e fungos que causam doenças nos seres humanos. Além disso, favorece o desenvolvimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos homens.

Com a compostagem, além de se evitar a poluição e gerar renda, faz com que a matéria orgânica volte a ser usada de forma útil.

A coleta seletiva do lixo orgânico 
Para que ocorra a compostagem de forma adequada, é necessário que as pessoas realizem a coleta seletiva do lixo, encaminhando o lixo orgânico para usinas de compostagem e os resíduos sólidos para recicladores. A compostagem também pode ser realizada em casa, seguindo algumas orientações técnicas básicas.


             Fonte:http://www.suapesquisa.com/reciclagem/compostagem
  
 
 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Investimento que vale a pena

As reformas e construções de vários estádios para a Copa das Confederações e Copa do Mundo no Brasil, causou muita revolta na população por seus elevados gastos. Mas o Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira, mais popularmente conhecido como Arena Fonte Nova em Salvador - Bahia não foi diferente, mas fez a diferença com atitudes de sustentabilidade. Confira abaixo o que deveria ter sido feito em todos os nossos estádios.

A Arena Fonte Nova, cuja obra foi iniciada em 2010 com a demolição do antigo estádio, é um exemplo de sustentabilidade ambiental. Além da reutilização de 100% do material proveniente da demolição da construção anterior e a otimização do consumo de energia elétrica em comparação a uma instalação padrão industrial, uma inovação renovável se destaca: a cobertura do estádio com capacidade de captar a água da chuva para reutilização própria.
“O projeto consiste em fazer a captação de água pluvial a partir da cobertura, canalizá-la até o reservatório de acumulação e, deste, distribui-la para os diversos pontos de aplicação. Depois de filtrada, essa água será utilizada para a irrigação do campo, reserva de incêndio, em vasos sanitários e na central de ar condicionado”, explica o diretor de engenharia da Arena Fonte Nova, José Luiz Góes.

A capacidade total de armazenamento de água da chuva no projeto da Arena Fonte Nova é de 698 mil litros. Anualmente, serão captados 37 mil m³ de água pluvial com este sistema, o que representará uma economia de 72% em épocas de chuva e 24% em períodos de estiagem, segundo dados oficiais.

Flexível, resistente e autolimpante, a cobertura da Arena Fonte Nova traz para o Brasil uma tecnologia inédita que traduz conceitos de sustentabilidade e inovação, como ressalta o engenheiro José Luiz Góes. Ela foi confeccionada com uma matéria-prima chamada PTFE (plástico de alta performance reforçado com ‑ bras de vidro), proveniente dos Estados Unidos, e a membrana é fabricada em Tihuana, no México. Testes realizados nos EUA mostraram alta resistência às correntes de ventos, além de durabilidade e facilidade em manutenção e limpeza.

“Outras características importantes desse material são a leveza e a  exibilidade. Até porque, o conceito de estrutura tensionada utilizada na cobertura da Arena Fonte Nova é flexível por natureza, portanto, ninguém precisa se assustar se a estrutura da cobertura se movimentar”, explica o diretor de Engenharia.

Segundo José Luiz Góes, a preocupação com a escassez de água e a elevação dos custos de energia não-renovável geraram uma atitude responsável quanto ao impacto ambiental
e a sustentabilidade. “O setor imobiliário abraçou a causa e as novas edificações já contam com um sistema de reúso de água”.

A Arena Fonte Nova é a primeira no mundo a receber a Certi‑ cação Internacional de Qualidade ISO 9001 do Sistema de Gestão de Qualidade para o Escopo de Construção de Arenas Multiuso. Depois da realização do processo da implosão da antiga Fonte Nova, a Arena efetivou um processo inédito no Brasil e o segundo realizado na América Latina: o Big Lift, o grande içamento dos cabos de aço tensionados da cobertura, que reuniu uma equipe altamente quali‑ cada de engenheiros da Alemanha, Suíça, França e Estados Unidos.

 
Fala a verdade, sabendo de tudo isso é ate mais empolgante assistir um jogão nesse Estádio.