terça-feira, 26 de novembro de 2013

Carro Ecologico

O projeto de um carro ecológico abrange a ideia de um veículo leve, feito com uma lataria de material reciclável, silencioso e não poluente. Sabemos que nos carros convencionais, o motor à combustão movido a gasolina, etanol e diesel gera um impacto poluidor no meio ambiente e na saúde do ser humano.
No projeto de carros ecológicos, devemos conceituá-lo como uma veículo movido por uma fonte de energia limpa, que percorre uma determinada distância gastando menos energia com segurança.

Portanto, esse tipo de veículo maximiza a energia utilizada minimizando o impacto de seu uso no meio ambiente. Um carro luxuoso que consome gasolina e que transporte uma única pessoa, em média, é mais poluente do que um ônibus movido a biocombustível e que transporta mais de quarenta passageiros.
Além da relação custo benefício por pessoa transportada, a seleção da fonte de energia também é um fator preponderante, pois já há vários projetos de carros ecológicos movidos pela energia solar, bateria de hidrogênio e até por água.

O ex-projetista de Fórmula 1, Gordon Murray, desenvolveu um carro ecológico pequeno que ocupa pequenos espaços de uma cidade, é o T 25, um modelo construído com fibra de vidro, garrafas de plásticos reciclado e tubos ocos de aço. O veículo de Murray alcança velocidade máxima de 145 km/h e possui um custo inicial de 9 mil dólares.

Atualmente, no mercado comum de automóveis, tem se produzido em grande escala os carros flex, modelos que utilizam mais de um combustível, mas a indústria automobilística tem aprofundado as pesquisas sobre os modelos híbridos, movidos pela eletricidade e pelo petróleo. No Japão, já está sendo popular a utilização de veículos movidos somente pela eletricidade.


YeZ

Entre os carros solares, um veículo construído na Austrália venceu o Desafio Solar Mundial realizado no país em 2003, mundialmente conhecido como Nuna II, o modelo percorreu 3.000 quilômetros pela Austrália.

Na China, uma montadora criou um veículo que absorve CO2 da atmosfera e libera oxigênio, inspirado na fotossíntese dos vegetais, o modelo YeZ é um protótipo a ser inserido no mercado em 2030. O termo YeZ em mandarim significa “folha”, o veículo chinês é movido a partir de energia limpa adquirida pela luz do sol no teto e a energia eólica realimentada pelas pás existentes nas rodas.

Fontes:
http://www.inovacaotecnologica.com.

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

EMPRESAS BRASILEIRAS FAZENDO BONITO DE FORMA SUSTENTAVEL


Companhias promovem ações para estimular consciência ambiental e reduzir o impacto de suas produções no meio ambiente; mercado brasileiro já é o segundo no ranking mundial de consumo sustentável.

Desde a última década, a sustentabilidade faz parte da agenda das principais empresas brasileiras públicas e privadas.

Os gestores do País já entendem que a adoção de soluções sustentáveis e ecologicamente responsáveis são cruciais não apenas para melhorar a imagem de suas empresas, como também para aumentar a competitividade e rentabilidade dos negócios.


Não à toa que seis em cada dez empresas nacionais sentem que as mudanças climáticas já produzem impacto diário em sua cadeia produtiva. Os dados são de estudo sobre o tema conduzido pelo Instituto Ilos, especializado em logística empresarial. Ainda segundo esse levantamento, quase metade das empresas brasileiras já possui políticas específicas para o setor de sustentabilidade.

As empresas acreditam que dois em cada três clientes já exigem soluções mais verdes para os serviços que contratam ou produtos que consomem.

E o mercado para o setor no País ainda tem muito para crescer. Segundo pesquisa realizada pela revista National Geographic em 2010, que investigou hábitos de 17 mil consumidores em 17 países, o Brasil ocupa a segunda posição no ranking de consumo sustentável. Atrás apenas da Índia, o País apresenta bons índices no uso de materiais renováveis em suas construções e no emprego extensivo de biocombustíveis. 

Sejam públicas ou privadas, grandes empresas brasileiras já encabeçam ações de sustentabilidade com reconhecimento internacional, por meio de certificações específicas. 








Conheça abaixo algumas delas:

Petrobras

Integrante do Dow Jones Sustainability Index, índice de sustentabilidade utilizado como parâmetro para análise dos investidores social e ambientalmente responsáveis, a empresa brasileira foi escolhida pela European Foundation for Management Development para promover um projeto-piloto para capacitar executivos com foco na responsabilidade social.

A Petrobras elaborou um documento, batizado de Diretrizes da Sustentabilidade, que congrega e prioriza as ações da companhia nesse segmento. As principais ações se dão na área de proteção da biodiversidade, ecoeficiência das atividades e operações, controle de contingências e interface social, econômica e cultural das atividades de exploração e produção de óleo e gás na Amazônia. 

Paralelamente, a empresa desenvolve diversos projetos de inserção social, como a Rede de Reciclagem de Resíduos, que beneficiou diretamente cerca de 7,2 mil catadores de materiais recicláveis em cinco anos, por meio de 26 projetos desenvolvidos em nove estados. 

Banco do Brasil

O Banco firmou um compromisso junto ao Ministério do Meio Ambiente para a realização de ações sustentáveis em seus negócios, a Agenda 21. Esse documento norteia as atuações da empresa nessa área, caso, por exemplo, do Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS), que oferece linhas de crédito a empresas que promovam a sustentabilidade em suas linhas de produção. Além disso, a Fundação Banco do Brasil desenvolve diversas ações sociais voltadas para o desenvolvimento sustentável e o cuidado ambiental, como a capacitação dos apicultores do Piauí.


Caixa Econômica Federal

A política ambiental da instituição faz parte do Projeto Corporativo de Responsabilidade Social, que desenvolve uma cultura organizacional de sustentabilidade e faz com que empregados, clientes, fornecedores e parceiros pratiquem ações sustentáveis, além de estimular o uso de materiais recicláveis nas agências. 

Vale

Uma das empresas líderes globais no setor de mineração, a Vale iniciou em 2010 a implantação do Sistema de Gestão Ambiental (SGA), protocolo baseado nas diretrizes do ISO 14001. O modelo fornece ferramentas para garantir a conformidade legal das atividades, produtos e serviços.                                                                                                 

A empresa também promove a recuperação de áreas degradadas e investe na pesquisa de novas tecnologias que permitem aprimorar os sistemas de controle ambiental, na gestão de resíduos e de produtos químicos. 

Furnas

Colabora para o Programa de Reaproveitamento de Óleo Vegetal do Estado do Rio de Janeiro (Prove), além de encabeçar o projeto Coleta Seletiva Solidária, que já promoveu a reciclagem de 310 toneladas de materiais gerados na sede da empresa, no Rio, e em suas unidades regionais. Os materiais são repassados a associações e cooperativas de catadores de lixo. 


Itaipu

Bicampeã do Ranking Benchmarking dos Detentores de Melhores Práticas de Sustentabilidade do País, a Itaipu possui uma série de ações voltadas ao setor, com destaque para o projeto Cultivando Água Boa, que reúne 22 associações de produtores agrícolas que investem em insumos orgânicos e obtêm renda ao praticar uma atividade que preserva o solo, sem aplicação de agrotóxicos. 



Natura

Além de realizar a venda de refis em sua linha de produtos, a empresa agrega suas ações sustentáveis na marca Ekos. Em associação com 19 comunidades rurais espalhadas pelo País, a Natura promove o manejo sustentável dos ativos envolvidos na produção dos artigos dessa linha. 
Desde 2005, a empresa estimula a substituição de matérias-primas de origem animal por aquelas provenientes de fontes renováveis. Além disso, todas as embalagens dos condicionadores e dos refis são feitas com o chamado Plástico Verde, que é 100% reciclável e emite menos carbono em sua confecção que seus congêneres tradicionais.


terça-feira, 19 de novembro de 2013

Compostagem


Compostagem
 
 
compsotagem
 
Adubo orgânico: resultado do processo de compostagem do lixo

O que é compostagem: compostagem é um processo de transformação de matéria orgânica, encontrada no lixo, em adubo orgânico (composto orgânico). É considerada uma espécie de reciclagem do lixo orgânico, pois o adubo gerado pode ser usado na agricultura ou em jardins e plantas.

A compostagem é realizada com o uso dos próprios microorganismos presentes nos resíduos, em condições ideais de temperatura, aeração e umidade.

Importância para o meio ambiente e saúde das pessoas 
A compostagem, usada principalmente na zona rural, é de extrema importância para o meio ambiente e para a saúde dos seres humanos. O lixo orgânico, muitas vezes, é descartado em lixões, ruas, rios e matas, poluindo o meio ambiente. Além disso, o acúmulo de resíduos orgânicos a céu aberto favorece o desenvolvimento de bactérias, vermes e fungos que causam doenças nos seres humanos. Além disso, favorece o desenvolvimento de insetos, ratos e outros animais que podem transmitir doenças aos homens.

Com a compostagem, além de se evitar a poluição e gerar renda, faz com que a matéria orgânica volte a ser usada de forma útil.

A coleta seletiva do lixo orgânico 
Para que ocorra a compostagem de forma adequada, é necessário que as pessoas realizem a coleta seletiva do lixo, encaminhando o lixo orgânico para usinas de compostagem e os resíduos sólidos para recicladores. A compostagem também pode ser realizada em casa, seguindo algumas orientações técnicas básicas.


             Fonte:http://www.suapesquisa.com/reciclagem/compostagem
  
 
 

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

Investimento que vale a pena

As reformas e construções de vários estádios para a Copa das Confederações e Copa do Mundo no Brasil, causou muita revolta na população por seus elevados gastos. Mas o Complexo Esportivo Cultural Octávio Mangabeira, mais popularmente conhecido como Arena Fonte Nova em Salvador - Bahia não foi diferente, mas fez a diferença com atitudes de sustentabilidade. Confira abaixo o que deveria ter sido feito em todos os nossos estádios.

A Arena Fonte Nova, cuja obra foi iniciada em 2010 com a demolição do antigo estádio, é um exemplo de sustentabilidade ambiental. Além da reutilização de 100% do material proveniente da demolição da construção anterior e a otimização do consumo de energia elétrica em comparação a uma instalação padrão industrial, uma inovação renovável se destaca: a cobertura do estádio com capacidade de captar a água da chuva para reutilização própria.
“O projeto consiste em fazer a captação de água pluvial a partir da cobertura, canalizá-la até o reservatório de acumulação e, deste, distribui-la para os diversos pontos de aplicação. Depois de filtrada, essa água será utilizada para a irrigação do campo, reserva de incêndio, em vasos sanitários e na central de ar condicionado”, explica o diretor de engenharia da Arena Fonte Nova, José Luiz Góes.

A capacidade total de armazenamento de água da chuva no projeto da Arena Fonte Nova é de 698 mil litros. Anualmente, serão captados 37 mil m³ de água pluvial com este sistema, o que representará uma economia de 72% em épocas de chuva e 24% em períodos de estiagem, segundo dados oficiais.

Flexível, resistente e autolimpante, a cobertura da Arena Fonte Nova traz para o Brasil uma tecnologia inédita que traduz conceitos de sustentabilidade e inovação, como ressalta o engenheiro José Luiz Góes. Ela foi confeccionada com uma matéria-prima chamada PTFE (plástico de alta performance reforçado com ‑ bras de vidro), proveniente dos Estados Unidos, e a membrana é fabricada em Tihuana, no México. Testes realizados nos EUA mostraram alta resistência às correntes de ventos, além de durabilidade e facilidade em manutenção e limpeza.

“Outras características importantes desse material são a leveza e a  exibilidade. Até porque, o conceito de estrutura tensionada utilizada na cobertura da Arena Fonte Nova é flexível por natureza, portanto, ninguém precisa se assustar se a estrutura da cobertura se movimentar”, explica o diretor de Engenharia.

Segundo José Luiz Góes, a preocupação com a escassez de água e a elevação dos custos de energia não-renovável geraram uma atitude responsável quanto ao impacto ambiental
e a sustentabilidade. “O setor imobiliário abraçou a causa e as novas edificações já contam com um sistema de reúso de água”.

A Arena Fonte Nova é a primeira no mundo a receber a Certi‑ cação Internacional de Qualidade ISO 9001 do Sistema de Gestão de Qualidade para o Escopo de Construção de Arenas Multiuso. Depois da realização do processo da implosão da antiga Fonte Nova, a Arena efetivou um processo inédito no Brasil e o segundo realizado na América Latina: o Big Lift, o grande içamento dos cabos de aço tensionados da cobertura, que reuniu uma equipe altamente quali‑ cada de engenheiros da Alemanha, Suíça, França e Estados Unidos.

 
Fala a verdade, sabendo de tudo isso é ate mais empolgante assistir um jogão nesse Estádio.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Educação para a sustentabilidade

Poluição. Desmatamento. Reciclagem. Preservação.
O que essas palavras significam para você?  Sustentabilidade? Reveja seus conceitos! 
Nós modificamos os nossos, ao entrarmos no projeto “Educação para a Sustentabilidade”.
Sustentabilidade engloba também os conceitos sociais e econômicos. Pequenas ações diárias podem fazer toda a diferença para o ambiente; apagar as luzes, fechar a torneira e reciclar, por exemplo. Mas, para fazer um mundo sustentável, é preciso ultrapassar o limite ambiental e atuar em outras áreas, como na econômica, consumindo conscientemente, e na social, diminuindo as desigualdades, só para citar dois exemplos.
Além disso, aprendemos que apenas saber não basta. É preciso agir. Demos nosso primeiro passo, criando esse blog. Prestigie!
 “Um mundo sustentável é ambientalmente correto, socialmente justo e economicamente viável.”


Logística Reversa

 
Logística Reversa:




Conceito
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (estabelecida pela lei 12.305 de 2/08/2010), a logística reversa pode ser definida como “instrumento de desenvolvimento econômico e social caracterizado por um conjunto de ações, procedimentos e meios destinados a viabilizar a coleta e a restituição dos resíduos sólidos ao setor empresarial, para reaproveitamento, em seu ciclo ou em outros ciclos produtivos, ou outra destinação final ambientalmente adequada”.

Quando entrará em vigor
De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), a logística reversa passará a vigorar em 2014 e deverá estar implantada em todo país até o ano de 2015. Porém, já existem muitas indústrias utilizando a logística reversa em função da política de responsabilidade ambiental que possuem.

Vantagens para a sociedade e meio ambiente
- Possibilita o retorno de resíduos sólidos para as empresas de origem, evitando que eles possam poluir ou contaminar o meio ambiente (solo, rios, mares, florestas, etc.);
- Permite economia nos processos produtivos das empresas, uma vez que estes resíduos entram novamente na cadeia produtiva, diminuindo o consumo de matérias-primas;
- Cria um sistema de responsabilidade compartilhada para o destino dos resíduos sólidos. Governos, empresas e consumidores passam a ser responsáveis pela coleta seletiva, separação, descarte e destino dos resíduos sólidos (principalmente recicláveis);
- As industrias passarão a usar tecnologias mais limpas e, para facilitar a reutilização, criarão embalagens e produtos que sejam mais facilmente reciclados.

Logística reversa e sustentabilidade
A implantação do sistema de logística reversa é mais um elemento rumo ao desenvolvimento sustentável do planeta, pois possibilita a reutilização e redução no consumo de matérias-primas. 

Como funcionará na prática: exemplo de logística reversa
Uma empresa fabricante de pneus deverá receber de volta seus produtos já usados. O consumidor, após usar os pneus, deverá encaminhá-los a postos de coleta específicos (que podem estar instalados no comércio onde ele adquiriu), onde serão retirados pelo fabricante. O fabricante reutilizará estes pneus usados, após passar por determinados procedimentos, na linha de produção de pneus novos ou outros produtos.
Desta forma, a logística reversa impedirá que estes pneus sejam descartados em rios ou terrenos, poluindo o meio ambiente.

A função de cada setor no processo:
- Consumidores: devolver os produtos que não são mais usados em postos (locais) específicos.
- Comerciantes: instalar locais específicos para a coleta (devolução) destes produtos.
- Indústrias: retirar estes produtos, através de um sistema de logística, reciclá-los ou reutilizá-los.
- Governo: criar campanhas de educação e conscientização para os consumidores, além de fiscalizar a execução das etapas da logística reversa.

Principais produtos que farão parte do sistema de logística reversa:
- Pneus
- Pilhas e baterias
- Embalagens e resíduos de agrotóxicos
- Lâmpadas fluorescentes, de mercúrio e vapor de sódio
- Óleos lubrificantes automotivos
- Peças e equipamentos eletrônicos e de informática
- Eletrodomésticos (geladeiras, fogões, micro-ondas, freezers, etc.)

http://www.suapesquisa.com/ecologiasaude/logistica