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O QUE É RECICLE CARBONO
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Uma forma consciente de pensar e agir sobre o nosso futuro. Essa é a
proposta do Recicle Carbono.
O clima do planeta tem-se alterado gradativamente. Estudos previam que
nossos filhos e netos sofreriam as causas do aquecimento global, mas de
acordo com recente estudo desenvolvido pelos maiores pesquisadores mundiais
sobre clima (IPCC), já estamos sofrendo estas alterações.
Indivíduos, empresas, sociedade, todos contribuímos para o aquecimento
global através da energia que consumimos em nossas casas, nossos escritórios,
nossas fábricas, no lixo que produzimos, nos edifícios e processos
produtivos, e ainda no nosso transporte e deslocamentos que realizamos.
A concentração de CO2 na
atmosfera está no nível de 375 ppm (partes por milhão). Segundo os
especialistas, a partir de 600 ppm começa a ser letal e que se nada for feito
e continuarmos nestes níveis de poluição, chegaremos a 1200 ppm.
Neste momento, não temos outra escolha senão combatermos as alterações
climáticas que já estão acontecendo. E isso significa mudar a forma como
encaramos nosso dia-a-dia. Significa agir com responsabilidade, de forma
consciente e voluntária.
A solução que surge é a redução das emissões de gases que provocam o
efeito estufa. Este problema pertence a todos nós e, portanto, a solução
também.
Recicle Carbono permite que cada cidadão, cada empresa, possa
fazer parte dessa solução, através de uma ação bastante simples: o plantio de
árvores. É dessa forma que podemos atuar, concretamente, na diminuição da
ação nociva da emissão de gases na atmosfera.
A atuação do Recicle Carbono
está em processo de certificação por uma auditoria externa independente, que
valida e monitora o desempenho dessa importante missão.
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NOSSO CLIMA
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Todas as atividades humanas liberam na atmosfera gases com efeito de
estufa, sendo que o dióxido de carbono (CO2) é o mais
importante deles. O aumento significativo dos níveis dessas emissões tem
afetado de maneira perceptível o clima de todas as regiões do planeta.
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O Efeito Estufa consiste, basicamente, na ação do dióxido de carbono e
outros gases sobre os raios infravermelhos refletidos pela superfície da
terra, reenviando-os para ela, mantendo assim uma temperatura estável no
planeta. Ao irradiarem a Terra, parte dos raios luminosos oriundos do Sol são
absorvidos e transformados em calor, outros são refletidos para o espaço, mas
só parte destes chega a deixar a Terra, em consequência da ação refletora que
os chamados "Gases de Efeito Estufa" (dióxido de carbono, metano,
clorofluorcarbonetos- CFCs- e óxidos de azoto) têm sobre tal radiação
reenviando-a para a superfície terrestre na forma de raios infravermelhos.
Desde a época pré-histórica que o dióxido de carbono tem tido um papel
determinante na regulação da temperatura global do planeta. Com o aumento da
utilização de combustíveis fósseis (Carvão, Petróleo e Gás Natural) a
concentração de dióxido de carbono na atmosfera duplicou nos últimos cem
anos. Esse ritmo acelerado do aumento da concentração na atmosfera tem levado
a um aumento da temperatura global que pode desencadear alterações
climáticas, degelo das calotes polares, e demais efeitos que estamos
presenciando atualmente.
Reduzir as concentrações atmosféricas dos gases de efeito estufa é uma
tarefa que exige um esforço concentrado da sociedade organizada, dos
governos, empresas e indivíduos, no sentido de buscar soluções para o aumento
da eficiência energética, utilização de tecnologias limpas e mudanças de
postura perante o desperdício.
Todos no planeta têm esse desafio pela frente, buscando respeitar os
acordos internacionais que tem sido firmados com esse propósito, sendo o mais
importante deles o Protocolo de Kyoto.
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Soluções:
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Reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa passa
por uma série de alterações nos padrões e condutas da sociedade atual. Buscar
a melhor eficiência energética nos edifícios, nos transportes e na produção
industrial, privilegiar automóveis com motores de combustíveis renováveis
(álcool, bio-diesel), novas fontes alternativas de energia (solar, eólica,
etc). Tudo isso deve ser procurado para a obtenção de um resultado duradouro
e eficaz.
Para essa mudança não basta apenas uma ação governamental. É
necessário que os indivíduos e empresas desempenhem cada um seu papel nesse
processo. Isso passa por uma mudança no estilo de vida e nos comportamentos
de utilização de meios de transporte e equipamentos elétricos de maior
eficiência.
O plantio de árvores com finalidade de diminuição dos níveis de
concentração de CO2 na atmosfera é uma das possibilidades que são
consideradas hoje em dia, mas como apoio a um sério programa de redução de
emissões de gases de efeito estufa.
Para as atividades produtivas
Incentivar a utilização de energias renováveis no mundo, com ênfase
especial para a energia eólica, solar, hídrica e biomassa.
Para o setor residencial e de serviços
Adotar tecnologias eficientes e alternativas, tais como utilização de
energia solar, arquitetura integrada sustentável e sistemas de climatização
eficientes.
Para os meios de transporte
Para as florestas
O que propõe a ONU
A Conferência da Terra, realizada no Rio de Janeiro em 1992 (ECO 92),
estabeleceu como objetivo a estabilização da emissão e concentração na
atmosfera de gases de efeito estufa em níveis que tentassem impedir a
perigosa interferência do resultado das atividades humanas no clima da Terra.
Em Dezembro de 1997 foi adotado o Protocolo de Kyoto, um instrumento
operacional que instituiu uma série de regras para regular e controlar a
emissão de gases de efeito estufa. Entrou em vigor em fevereiro de 2005,
estabelecendo limites legais para as emissões dos países industrializados,
definindo limites específicos e prevendo uma redução global de 5% no período
de 2008 a 2012 em relação aos níveis verificados em 1990.
O Protocolo de Kyoto instituiu três instrumentos econômicos,
denominados mecanismos de flexibilidade: o comércio internacional de
emissões, a implementação conjunta e o mecanismo de desenvolvimento limpo. O
objetivo destes mecanismos de flexibilidade é permitir que os países que têm
as maiores emissões e onde os custos de redução são altos, possam cumprir
suas responsabilidades investindo em projetos de redução em outros países,
onde o custo dessa redução é mais baixo.
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Trabalho refente a Disciplina de Sistemas de Informações ministrada pela Professora Lívia Cristina Guimarâes, da Faculdade Pitágoras de Betim, no 2°semestre de 2013 na turma de Logística 4 ° Perído.
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